A Lei de Gestão de Florestas Públicas (Lei Federal 11.284/2006) criou novas oportunidades para o aprimoramento dos instrumentos e estratégias de gestão e para o ordenamento territorial de vastas extensões de áreas de florestas públicas na Amazônia, através da destinação onerosa a empreendimentos florestais, a concessão florestal, ou por de forma não onerosa a comunidades tradicionais.

A concessão florestal é um modelo de gestão de florestas públicas, segundo o qual pessoas jurídicas, em consórcio ou não, selecionadas a partir de licitação, podem vir a realizar o manejo florestal de produtos e serviços mediante pagamento. Visando conciliar o desenvolvimento econômico, a subsistência das populações tradicionais e a conservação dos recursos naturais o Estado do Pará, por meio do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade – IDEFLOR-BIO, realizou o processo de concessão florestal na área da Floresta Estadual do Paru – Flota Paru.

O Manejo Florestal Sustentável é uma alternativa viável a prática convencional de exploração das florestas naturais, sobretudo por ser “ecologicamente sustentável, economicamente viável e socialmente justo”, onde a interação da floresta com outros recursos naturais como água, solo, atmosfera, fauna e conservação da biodiversidade sejam considerados (Coelho, 1999).

O planejamento das atividades de manejo florestal visa à compatibilização destas práticas com a capacidade de suporte do ambiente, mantendo a diversidade biológica, protegendo as espécies raras, ou em perigo de extinção.

Apesar dos danos inevitáveis decorrentes da colheita florestal, o PMFS mantém as condições naturais da floresta, pois não altera drasticamente os processos de estabelecimento e desenvolvimento de espécies arbóreas pertencentes aos estágios mais adiantados da dinâmica sucessional e não possibilita uma prolongada exposição do solo (Imaflora, 2010).

Em termos sociais, o projeto de manejo disponibilizará oportunidade de trabalho para os moradores das comunidades do entorno das Unidades de Manejo Florestal e do município de Monte Alegre; dinamizará o setor comercial no município, em decorrência da aquisição de fatores de produção diversos; e contribuirá para o desenvolvimento das comunidades locais por meio do repasse anual de valores do indicador A2, pago pela concessionária ao IDEFLOR-BIO para cada hectare explorado.

Como referência aos aspectos ecológicos, tomar-se-á como fundamento a análise estrutural e florística da vegetação, tais como a relação espécie-área e classificação das espécies segundo suas frequências, abundâncias e dominâncias, especialmente nas espécies com potencial para corte, onde será levada em consideração a sua distribuição na classe inferior ao diâmetro mínimo de corte, denominado neste resumo do plano de manejo, de corte futuro e/ou estoque, o que possibilitará a recuperação do volume extraído das espécies exploradas.
 
 
 
 

 

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